A Volvo foi a marca de camiões mais vendida no mercado nacional em Novembro. A liderança acumulada continua, no entanto, por larga margem, nas mãos de outra marca sueca, a Scania.

Os dados da ACAP indicam que, em Novembro, as vendas de camiões no mercado nacional voltaram a cair, decrescendo 39,7% face ao mesmo mês do ano passado, de 448 para 270 matrículas. A Volvo, como referido, liderou o mercado mensal, com 46 unidades (-13,2%), seguida da MAN, com 45 matrículas (-40%). A Mercedes fechou o “pódio” relativo a Novembro, com 43 matrículas (-34,8%). 

No acumulado de Janeiro a Novembro, o mercado português de pesados de mercadorias conta 4 561 matrículas, menos 3,2% do que as 4 711 de há um ano.

A Scania é líder, com 942 matrículas (+8,4%) e uma quota de mercado de 20,65%. A DAF é vice-líder (+20,3%, para 782 unidades) e a Mercedes terceira (-17%, para 618 viaturas).

Seguem-se a Volvo (+0,2%, para 561 matrículas), Renault Trucks (-18,5%, para 507 veículos), MAN (-5,8%, para 490 camiões), Iveco (-22,1%, para 338 unidades), Fuso (+6,3%, para 201 unidades) e Isuzu (+4,6%, para 113 matrículas).

O ranking é fechado por Volkswagen (oito unidades) e Fiat (uma matrícula). MAN-VW e Opel contam zero unidades.

Ligeiros de mercadorias caem

Quanto ao mercado de ligeiros de mercadorias, a ACAP aponta que este registou, no décimo mês de 2019, uma queda de 24,8% face ao mês homólogo do ano anterior, situando-se em 2 842 unidades matriculadas.

Em termos acumulados, o mercado atingiu 33 915 unidades, o que representou um decréscimo de 3,8% face ao período homólogo do ano anterior.

A Renault lidera o segmento, com 7 167 matrículas (-3,2%), com Peugeot (+5,4%, para 6 439 unidades) e Citroën (-23,1%, para 5 601 veículos comerciais ligeiros) a encerrarem o top três.

A adaptação da oferta das marcas às normas de homologação de emissões WLTP, em vigor desde Setembro no segmento de ligeiros de mercadorias, pode estar na origem da quebra de vendas nos últimos meses.

 

 

 

 

 

 

 

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