No primeiro semestre, a Volvo aumentou as vendas em 18% mas os resultados líquidos dispararam 91%. O construtor sueco promete “um grande número de novos produtos” para os próximos anos.

“As vendas encontram-se ao mesmo nível de antes da crise financeira, com a rendibilidade em máximos, tanto em termos de margem operacional como em benefício por acção”, resumiu o presidente do grupo Volvo, Leif Johansson, na apresentação dos resultados.

Entre Janeiro e Junho a Volvo atingiu vendas de 16,5 mil milhões de euros, ao passo que os resultados líquidos dispararam para além dos mil milhões de euros.

Ao longo do primeiro semestre o grupo Volvo entregou 114 979 camiões, mais 45% que há um ano. A Europa continuou a ser o primeiro mercado regional, com um aumento de 77% para além dos 49 mil veículos. Mas a América do Norte cresceu ainda mais – 98% para cima dos 19 mil veículos. Na América do Sul foram entregues cerca de 13 500 camiões (mais 35%) e na Ásia perto à volta de 25 700 (mais 3%).

Por marcas, a Volvo entregou 54 566 unidades, a Renault Trucks 30 980, a Mack Trucks 9 598, a UD Trucks 9 923 (baixa de 31%) e a Eicher 9 913.

As encomendas totalizaram no mesmo período 126 358 veículos, o que representou um avanço de 37%. Destacou-se a América do Norte, a subir 168% para a casa das 27 mil unidades. A Ásia ficou perto das 28 600 e mesmo assim quebrou 1%. A América do Sul avançou 47% para as 14 mil. E na Europa foram contratados cerca de 48 400 (mais 37%).

Falando de previsões para o médio Leif Johansson disse-se “convencido” de que o grupo “continuará o seu desenvolvimento positivo” e anunciou que nos próximos anos o grupo sueco “desenvolverá e lançará” um “grande número de novos produtos”.

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