Oito anos volvidos, a Volvo regressou em 2013 à liderança do mercado nacional de pesados de mercadorias, com uma quota de 19,6%, correspondente a 468 matrículas. Sucede à Renault Trucks.

Foi uma vitória ao “sprint”. À entrada para Dezembro, a Mercedes liderava as vendas. Mas o último mês do ano foi alucinante, com o mercado a disparar para as 513 matrículas (136 há um ano), e a Volvo a destacar-se com 139 unidades registadas (mais de três vezes o realizado no mês homólogo).

A última vez que a marca sueca foi número em Portugal aconteceu em 2005. Então, a Volvo vendeu mais de 800 camiões. Agora bastaram 468.

Ainda em Dezembro, a DAF, que durante muitos meses esteve ausente das estatísticas, regressou em força, com 94 matrículas (mais do que fez em todo o ano passado). A MAN registou 67 camiões (16 há um ano), a Mercedes 62 (21), a Iveco 50 (20), a Scania 36 (dez) e a Renault 34 (seis).

Em termos anuais, o mercado nacional de pesados de mercadorias cresceu 26,2% para um total de 2 388 unidades.

Atrás da Volvo ficou a Mercedes, com 446 registos e uma quota de mercado de 18,7%, seguida da Renault Trucks (a única entre as principais marcas a perder terreno), com 382 matrículas e 16% do mercado.

Nos lugares seguintes fixaram-se a MAN (304 matrículas e 12,7% de quota), a Scania (254, 10,6%), a Iveco (206, 8,6%), a DAF (130, 5,4%), a Mitsubishi (98, 4,1%) e a Toyota (67, 2,8%).

A Volvo foi quem mais cresceu em termos percentuais no número de matrículas (96,6%) e em quota de mercado (passou de 12,6% para 19,6%). A Renault Trucks esteve no seu antípoda.

Além da marca sueca, só a Mercedes, a Scania e a DAF ganharam quota de mercado.

 

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