A Wtransnet deixou de operar no mercado brasileiro. A concorrência de plataformas locais e a inadequação do modelo de negócio ao mercasdo local ditou a decisão, justificou Manuel Fontes ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS.

Wtransnet

No ano passado, e à margem do WConnecta, a empresa assumia que a plataforma estava a ganhar maturidade no Brasil, apesar de terem noção da realidade díspar entre os dois países, nomeadamente na adopção de tecnologias. Hoje, Manuel Fontes, area manager da Wtransnet em Portugal, confessou ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS a extinção do negócio naquela geografia sul-americana.

“Deixou de fazer sentido. Apareceram outros operadores brasileiros a utilizarem plataformas semelhantes pelo que era complicado gerir o negócio desde Barcelona”. Convém realçar que a empresa nunca chegou a ter sede naquele país.

Outro aspeto que terá travado o avanço foi as diferenças em termos de regras de negócio, como por exemplo o facto de no Brasil o pagamento do transporte  ter de ser efectuado metade aquando do carregamento e a outra metade após a entrega no destino. “Isso era complicado gerir numa plataforma que se rege por um modelo de pagamento a 60 ou 90 dias”, disse Manuel Fontes.

No ano passado a Wtransnet tinha 1 500 aderentes no mercado brasileiro e o objectivo até 2020 era atingir os 20 mil clientes.

 

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