A Transitex está de regresso à Lituânia, elevando para 13 o número de países onde já tem presença directa. Novas aberturas estão no horizonte.

Fernando Lima - Transitex

A Transitex está apostada em acelerar o seu processo de internacionalização, na sequência da sua integração no Grupo Yildirim. A entrada em mercados europeus pouco explorados é uma das prioridades. Mas os projectos não se ficam por aqui, antes cobrem todos os continentes.

No imediato, a empresa que foi da Mota-Engil (foi vendida juntamente com os activos portuários da Tertir) anuncia a reabertura do escritório em Vilnius, capital da Lituânia, num movimento que marca a entrada na região do Báltico, de elevado potencial de crescimento.

Além de Portugal e Espanha, a Transitex já está presente, no continente europeu, em Itália e prepara a entrada na Noruega, na Polónia e na Rússia.

Mas os planos de expansão não se ficam por aí. Nas Américas, onde já está presente no Brasil, México, Colômbia, Peru e Chile, a próxima etapa deverá passar pelo Uruguai. E para África projectam-se aberturas no Malawi, na Zâmbia e no Zimbabué, que se juntarão a Angola, Moçambique e África do Sul.

A Transitex está ainda presente na China e tem agentes dedicados nos EUA, Suécia, Dinamarca, Grécia, Turquia, Marrocos, Índia e Tailândia.

Nascida como sociedade instrumental, para alimentar os terminais portuários do grupo e prestar serviços complementares de valor acrescentado, a integração da Transitex no Grupo Yildirim terá por objectivo alavancar o crescimento da actividade na operação portuária de movomentação de contentores, mercado onde os turcos apostam em chegar rapidamente ao top 10 mundial.

 

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